Acreditar na superstição ou tentar a sorte?

É de conhecimento geral, que nossos maiores títulos sempre foram conquistados com elencos recheado de jogadores criados na gávea, mas não só dentro das quatro linhas, mas também na área técnica temos nossos maiores títulos, podemos citar Paulo César Carpegiani na década de 80 para os mais antigos, e para os mais novos Jayme de almeida em 2013, sendo esse último bem mais “tímido” em termos de títulos.

Passando toda essa nostalgia, estamos em 2018 ano de eleição, com time precisando ganhar títulos, ou pelo menos ter uma cara de time que possa ser campeão, mas já se foi o primeiro trimestre, e já perdemos técnico, diretor de futebol, classificação para uma final que digamos que é somente importante para quem perde.

Próximo final de semana estreamos no brasileirão, campeonato mais disputado do mundo, e com um elenco digamos que “manda” em tudo, tipo aquele menino mimado que você da oque ele quer, e mesmo assim ele não faz oque você se espera dele, e no comando do time um técnico com apenas 36 anos, que ainda não dirigiu um grande time na carreira e tem a responsabilidade de dirigir o time, pelo menos em quanto não chega um ‘’medalhão’’ .

Em questão de técnico jovem, nosso último técnico nos deixou uma boa recordação com o trabalho de mais de um ano e com um título carioca e uma boa colocação no brasileiro. Mas será que em um ano tão decisivo é hora de apostar em um técnico tão inexperiente?

Ou vamos atrás de algum medalhão que historicamente, não temos boas recordações? Aí essa decisão não cabe a nós.

Mas e aí, acreditar na superstição ou tentar a sorte? SRN

Juscemar Dias

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