O QUE ESPERAR PARA 2018 ?

Há 5 anos, iniciava no Flamengo a promessa de uma nova gestão, de um resgate de uma das maiores Instituições esportivas do mundo.

A frente do comando, pares de Eduardo Bandeira de Mello (escolhido de última hora, por impossibilidade de Wallin Vasconcelos em se candidatar), iniciavam táticas, negociações e técnicas, para tirar o Flamengo do fundo do poço que se encontrava.

Brigas e polêmicas do grupo a parte, foram bem sucedidos. Em 5 anos o resgate é público e notório e a dívida, antes tida como IMPAGÁVEL, hoje está amortizada e totalmente controlada.

No futebol, sucesso no primeiro ano da gestão. A conquista da Copa do Brasil em 2013, encheu de esperança, até mesmo o mais pessimista torcedor rubro-negro. Os anos posteriores prometiam… é, prometiam…

Depois disso, o que se sucedeu, foram fracassos e mais fracassos na gestão de futebol. A chegada de Rodrigo Caetano e os mais de 500 milhões de reais investidos em jogadores como: Conca, Everton Ribeiro, Rômulo, Diego, Guerrero, Donatti, Diego Alves, Geuvânio, Marlos Moreno, Orlando Berrio, entre outros, não deram resultado.

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Eliminados na primeira fase da Libertadores em 2017, Eduardo Bandeira de Mello, foi contundente em afirmar que “Não haveriam caça as bruxas, que o trabalho e o planejamento eram bem feitos e tudo continuaria da mesma forma.”

E realmente continuou… Dois vice campeonatos na Copa do Brasil e na Sulamericana, foram minando a paciência da torcida rubro-negra.

A saída de Rueda e a chegada de Carpegiani, colocado goela abaixo da torcida, sobre premissas de que o treinador, teria sido o responsável pelos maiores títulos rubro-negros na história, acabaram por culminar numa bagunça a muito tempo não vista nos vestiários do Flamengo.

Eis que chega então a eliminação frente a fraquíssima equipe do Botafogo e o campeonato, que no ano passado foi elevado por Diego e Mozer, como sendo de muito orgulho, quando da sua conquista em 2017, neste momento já não era tão importante.

Mas era importante sim.

E a torcida vociferou e junto, o Vice Presidente de Futebol, fez coro com declarações contundentes sobre a incrível derrota e apatia rubro-negra.

Menos de 24 horas após a fatídica eliminação, caíram: Rodrigo Caetano, Paulo César Carpegiani, Jayme de Almeida, Mozer, Marcelo Martorelli e Rodrigo Carpegiani.

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Imediatamente, mídia e torcedores, colocavam na conta do vice presidente de futebol Ricardo Lomba a responsabilidade por iniciar uma verdadeira revolução no futebol rubro-negro.

Seria ele, um novo messias para a nação rubro-negra? Estaria ele, resolvendo o problema jamais antes equacionado no futebol?

Pelas últimas notícias que começam a tomar conta dos noticiários, NÃO!

Tudo teria sido orquestrado pela dupla Eduardo Bandeira de Mello / Fred Luz. Inclusive, teriam aleijado o tal VP de Futebol, de participar de qualquer decisão e o mesmo estaria totalmente isolado. Verdadeiramente deixado de lado.

Com isso, cai no colo de Carlos Doval, o cargo vago de Rodrigo Caetano. Doval, é uma pessoa tranquila, que vem coordenando muito bem a base do Flamengo. Entretanto, não tem o perfil que os torcedores rubro-negros esperavam.

Certamente, alguém com mais tempo de função, com pensamentos mais enérgicos e capaz de encarar de frente os jogadores mais estrelados do elenco, seria o profissional ideal para conduzir a Diretoria Executiva.

Mas decidiu-se pelo perfil conciliador, pacifista, perfil idêntico ao do mandatário maior do clube.

Por hora, a única esperança da torcida rubro-negra, repousa em cima de um nome, que chegue para treinar e isolar os jogadores de toda essa situação e que seja capaz de transformar, jogadores conformados e acostumados com a pasmaceira que se instalou no clube, em verdadeiros leões, atrás da glória de ser campeão pelo Flamengo.

O que esperar do Flamengo para o restante do ano?

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